O mercado escancara essa incompetência. Dados de ativos do final de 2016 mostram que o Itaú Unibanco assumiu o posto de maior banco do país. O Banco do Brasil fechou aquele ano com R$ 1,401 trilhão em ativos — vindo de uma queda, já que tinha R$ 1,448 trilhão em setembro. Enquanto isso, o Itaú cravava R$ 1,426 trilhão.
A discrepância real, porém, surge na eficiência do lucro. O Banco do Brasil lucrou magros R$ 8,034 bilhões em 2016. No mesmo período, o Itaú Unibanco faturou R$ 21,6 bilhões e o Bradesco R$ 17 bilhões.
Quando olhamos para o patrimônio líquido, o cenário se repete: o Itaú lidera com R$ 115,59 bilhões, seguido pelo Bradesco com R$ 100,4 bilhões, enquanto o BB amarga a terceira posição, com R$ 88,7 bilhões.
Agora, repare no tamanho do elefante. Para entregar um resultado muito menor, o Banco do Brasil mantém cerca de 5.500 agências e 113 mil funcionários. O Bradesco roda com 4.700 agências e 84 mil empregados. O Itaú opera com 3.500 agências e 90 mil colaboradores.
Não é preciso ir longe nos números. Cruzando o total de agências, a folha de pagamento, os ativos, o lucro e o patrimônio líquido, resta alguma dúvida de que o Estado é um péssimo gestor?
Vendam essa droga para quem quiser comprar e vamos de uma vez para o futuro — um lugar onde o governo não se mete a ser banqueiro!



